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Dispositivos médicos 101: o guia da DHL

Senhor a olhar para o smartwatch

Hoje em dia os dispositivos médicos deixaram de ser usados apenas nos hospitais. Num mundo em que os consumidores, cada vez mais, se preocupam com a sua saúde, passaram a existir dispositivos de uso pessoal, que permitem que os consumidores saibam o seu estado de saúde, em qualquer lugar. Assim sendo, este mercado tornou-se uma boa aposta, pois é um setor competitivo e em constante crescimento.

Apesar da tecnologia médica fazer parte de um grande mercado de exportação, para e-commerce, o melhor mercado é um setor mais pequeno, o de dispositivos utilizados pelo consumidor, que controlam o seu estado de saúde.

Este mercado tem-se expandido e é expectável que continue a crescer nos próximos anos. Deste fazem parte dispositivos de monitorização de atividade, como smartbands e smartwatches, tendo sido o Apple Watch Série 4 o primeiro a realizar uma eletrocardiograma e tendo ainda a função de deteção de queda, interessante para consumidores mais idosos. No entanto, existem opções mais em conta de fabricantes mais pequenos, com menos funções, mas que podem ser uma boa aposta para novos consumidores. Uma boa aposta, é também todo o mercado de acessórios, que está relacionado com estes produtos.

Deste mercado, fazem ainda parte, os dispositivos médicos, como os pacemakers e bombas de insulina, que se podem conectar à internet e a aplicações que permitem uma monitorização constante do estado de saúde do paciente.

Dentro desta categoria, inserem-se também os sistemas de monitorização contínua de glicose (CGM), que têm vindo a aumentar a sua popularidade entre os consumidores diabéticos, pois permitem aos seus utilizadores saber os seus níveis de glicose ao longo do dia e noite, sendo alertados se os valores estiverem alterados.

Apesar de todos estes aparelhos serem bastante úteis no que à saúde diz respeito, é importante educar os seus consumidores para os seus potenciais riscos. O maior é a segurança, pois em todos os dispositivos que se podem ligar à rede internet estão sujeitos a serem “hackados”. Até hoje não há registos deste tipo de incidentes, mas a cibersegurança no fabrico destes aparelhos, é uma preocupação que tem vindo a aumentar.

Para mais informações, entre em contacto com a DHL e obtenha suporte de um especialista.

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